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Amigos da Seresta, Amigos em Seresta


Enquanto Houver Saudade
      Custódio Mesquita e Mário Lago

      Não posso acreditar
      Que algumas vezes
      Não lembres com vontade de chorar
      Daqueles deliciosos quatro meses
      Vividos sem sentir e sem pensar
      Não posso acreditar
      Que hoje não sintas
      Saudade dessa história singular
      Escrita com as mais suaves tintas
      Que existem pra escrever o verbo ama
      Enquanto houver saudade
      Pensarás em mim
      Pois a felicidade
      Não se esquece assim
      O amor passa mas deixa
      Sempre a recordação
      De um beijo ou de uma queixa
      No coração
 
 

Fonte:   © 2002 cifrAntiga